sábado, dezembro 30, 2006

Um excelente ano de 2007!

A todos aqueles que por alguma razão fazem parte da minha vida desejo um excelente Ano de 2007!
Estamos no final de mais uma etapa e concluir que chegámos até aqui.... logo somos capazes de chegar ainda mais longe!
Agradeço a todos, conhecidos e desconhecidos, que visitam este espaço!!!
A todos um grande beijo cheio de Paz!!!

Sandra



quarta-feira, dezembro 20, 2006

Feliz Natal!

Segue com serenidade nos caminhos da vida... porque todos ensinam e transformam... levarão à força consciente do poder,mestres dessa nossa passagem pela terra... São noites... são escuridão... Podem ser também luz... claridade..Porque nunca estamos sozinhos... Estamos com a nossa fé! Estamos com a nossa capacidade interior. Estamos com um acumulado de vivências... Estamos em convivência com energias diversas... Cabe a nós, sintonizar a melhor energia... Neste natal e Ano Novo que se aproxima:Faz como o sol que desafia a noite escura todos os dias... NASCE E BRILHA!!! (autor desconhecido)


sexta-feira, dezembro 08, 2006

lindo....

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço que a minha vida é a maior empresa do mundo e que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e tornar-se um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."

Fernando Pessoa

Não espere...

Não espere um sorriso para ser gentil...
Não espere ser amado para amar...
Não espere ficar sozinho, para reconhecer o valor de quem está ao seu lado.
Não espere ficar de luto, para reconhecer que hoje é importante para você.
Não espere o melhor emprego para começar a trabalhar.
Não espere a queda para lembrar-se do conselho.
Não espere a enfermidade para reconhecer, quão frágil é a vida.
Não espere ter dinheiro aos montes, para então contribuir.
Não espere por pessoas perfeitas, para então se apaixonar.
Não espere a mágoa para pedir perdão.
Não espere a separação para buscar a reconciliação.
Não espere elogios para acreditar em si mesmo.
Não espere a dor para acreditar em oração.
Não espere o dia de sua morte, sem antes... ACREDITAR NA VIDA.
Acreditar na vida... Seja sempre você autêntico e único.
anónimo

Triunfar

E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de as superar. Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tenha sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde, agora, me importa simplesmente saber melhor o que fazer. Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo que posso ter, é ter o direito de chamar a alguém de ``Amigo``. Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, ``o amor é uma filosofia de vida``.
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser a minha própria tênue luz deste presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não vai iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas... Naquele dia, aprendi que os sonhos são somente para fazer-se realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar...
Agora simplesmente durmo para sonhar.``
Walt Disney

domingo, novembro 19, 2006

gosta de si?

Você tem amado a si mesmo? Acredita que merece ser amado?:: Rosana Braga ::


De forma bastante sucinta, podemos dizer que auto-estima é o sentimento que nutrimos em relação a nós mesmos; é a imagem que temos de nós, é o que pensamos quando nos olhamos no espelho. Assim, podemos “medir” nossa auto-estima de acordo com o quanto nos amamos, nos respeitamos, nos aceitamos e nos valorizamos.
E você? Sabe o quanto tem-se amado, a quantas anda sua auto-estima? Para que você tenha noção mais clara dessa sensação, responda sinceramente às questões a seguir:- O que você pensa quando se olha no espelho?- O que você diz (ou pensa) quando alguém lhe faz um elogio do tipo “como você está bonito!”?- O que você faz (ou sente) quando está sozinho com você mesmo, ou seja, quando precisa almoçar, viajar ou ir ao cinema sozinho?- Quando você se arruma, pretende agradar em primeiro lugar a quem?- Saberia escrever agora uma lista com 10 razões pelas quais acredita que uma pessoa se apaixonaria por você?- Se tivesse de apresentar uma pessoa muito especial para um(a) amigo(a) cujo maior desejo fosse se apaixonar, apresentaria alguém como você? Por quê?Pense nisso durante os próximos minutos. Você pode fazer isso mentalmente, mas seria mais interessante se escrevesse e, depois de praticar os exercícios que serão sugeridos ao longo deste livro, voltasse às questões e as respondesse novamente.O que faz uma pessoa tornar-se mais bonita, mais atraente e mais interessante é o que ela exala, é o seu estilo, o seu magnetismo, o seu jeito de se colocar, de falar, de andar, de se sentir. Enfim, é o que a transforma em dona de uma beleza própria.Saiba que qualidades como simpatia, charme, sinceridade, bom humor, estilo e inteligência podem ser adquiridas com técnicas, aprendizados, humildade e muita predisposição para descobrir o que há de mais especial dentro de você. E pode ter certeza de que há muita coisa a ser descoberta!Todos nós, por mais lindos que possamos parecer, temos defeitos. Podemos imaginar que somos como um pássaro, cuja asa direita representa tudo de bom, belo, interessante e especial que ele tem, ou seja, a luz. Já a asa esquerda, representa seus medos, suas limitações, seus defeitos, suas características como inveja, vingança, etc., ou seja, a sombra. Para voar, para conquistar as alturas e desfrutar da paz que pode haver nas nuvens, qual das duas asas ele deve usar?Obviamente, as duas!!! Se ele acreditar que só poderá voar usando a asa direita, porque é bem mais bonita e interessante, passará a sua vida inteira dando voltas ao redor de si mesmo e não sairá do lugar.Assim também somos nós. Temos características positivas, que consideramos agradáveis e gostamos de mostrar, mas temos outras que não gostamos; às vezes, nem as admitimos, nem ousamos olhar para essas características. Tem gente que passa a vida inteira ignorando seus defeitos. Essas pessoas pensam que isso pode fazer com que pareçam mais perfeitas do que aquelas que admitem e trabalham suas imperfeições.Isso não é verdade. Admitamos ou não, gostemos ou não, cuidemos deles ou não, todos nós temos defeitos!!! Precisamos de todas as nossas características. Somos feitos de luz e de sombra. A pessoa que se ama decide abraçar sua sombra com carinho e trabalhá-la, crescer com ela. É na dor e no sofrimento que residem as maiores e melhores possibilidades de evolução.Da mesma forma, quando o assunto é conquistar e seduzir alguém, se você acreditar que para isso deve antes livrar-se de todos os seus defeitos, morrerá sem nada e sem ter conquistado ninguém. Desperdiçará a sua vida numa tentativa inócua e sem sentido. Perderá a sua essência de ser humano (ou seja, imperfeito) e jamais conseguirá descobrir a magia que existe na oportunidade de viver e, especialmente, de amar!

Bolo do Amor

Ingredientes:

* 1 cama quente
* 2 corpos diferentes previamente lavados
* 500g de carícias
* 1 banana, não muito madura
* 2 tomates com pele
* 2 marmelos
* 1 forno devidamente aquecido e bem lavado
* Beijos (quantidade escolhida).

Tempo mínimo de cozedura- 15 minutos
Confecção:
Introduzir delicadamente os 2 corpos na cama, adicionando 50g de beijos ou mais, conforme a sua preferência. Cobrir a superfície dos corpos com 500g de carícias (pode adicionar mel ou açúcar). Agitar com as mãos os marmelos até estes ficarem ligeiramente rijos mas de forma a não machucarem. Meter a banana previamente aquecida com a ponta dos dedos, no forno, à temperatura ambiente.
Recomendações:

Deixar os dois tomates com pele no exterior.
Manobrar a banana delicadamente em sentido vai-vem.
Fazê-la sair de tempos em tempos e voltar a metê-la, controlando assim a cozedura e com a preocupação de esta não perder o sumo antes do tempo.
Atenção especial:

Não bata as claras em castelo.

Nota: O tempo de cozedura pode variar com a marca e tipo de forno utilizado. Deixe arrefecer se não usou nenhum produto, desenforme nove meses depois. Se usou, lave bem a forma e a banana e estão prontos para outro bolo.

Recomendação especial:

Não se importe de repetir frequentemente a receita, a fim de saboreá-la, pois além de fazer muito bem à saúde e ao espírito, cada vez que se prova é mais gostoso!
BOM APETITE!!!!!

Receita para ser FELIZ

INGREDIENTES:
FAMÍLIA: é aqui que tudo começa;
AMIGOS: nunca deixe faltar;
RAIVA: se acontecer que seja pouca;
DESESPERO: pra quê?
PACIÊNCIA : o máximo possível;
LÁGRIMAS: enxugue todas;
SORRISOS: os mais variados;
PAZ: em grande quantidade;
PERDÃO: à vontade;
ESPERANÇA : não perca jamais;
CORAÇÃO: quanto maior melhor;
AMOR: pode abusar;
CARINHO: essencial;
MODO DE PREPARO:

Reúna sua FAMÍLIA e seus AMIGOS.
Esqueça os momentos de RAIVA e DESESPERO.Use toda sua PACIÊNCIA; substitua as LÁGRIMAS por SORRISOS.Junte a PAZ e o PERDÃO, depois ofereça aos seus desafetos.Deixe a ESPERANÇA crescer em seu CORAÇÃO .
Viva sempre com muito AMOR e CARINHO

Coincidências

“Falar das coincidências como mensagens codificadas da inteligência não-local faz a vida parecer um romance policial. Preste atenção, procure pistas, decifre o seu significado, e, finalmente, a verdade revelar-se-á. Em muitos aspectos, é exactamente isto que acontece. Afinal de contas, a vida é o derradeiro mistério.
O que torna a vida misteriosa é facto de o nosso destino nos parecer oculto, e só no final da nossa vida estarmos em posição de olhar para trás e ver o caminho que percorremos. Retrospectivamente a história das nossas vidas parece perfeitamente lógica. Podemos seguir facilmente o seu fio condutor, ao longo do qual fomos reunindo as experiências da nossa vida. Mesmo agora, qualquer que seja o ponto da vida em que o leitor se encontre, olhe para trás e repare quão naturalmente a sua vida fluiu de um acontecimento importante para outro, de um lugar ou emprego para outro, de um conjunto de circunstancias para outro completamente diferente. (…)
Se conseguíssemos viver ao nível da alma, não seria precisa a retrospectiva para apreciarmos as grandes verdades da vida. Conhecê-la-íamos antecipadamente. Participaríamos na criação das aventuras das nossas vidas. O caminho estaria claramente assinalado e não precisávamos de postes de sinalização, pistas, nem coincidências.
No entanto, a maior parte de nós não vive ao nível da alma, por isso temos que depender de coincidências para que elas nos mostrem a vontade do universo. Já todos vivemos coincidências nas nossas vidas. A própria palavra descreve perfeitamente o seu significado: co significa “com” e incidência quer dizer “acontecimento”. Assim, a palavra “coincidência” refere-se a acontecimentos ou incidentes que se realizam em simultâneo com outros incidentes – dois ou mais incidentes que ocorrem ao mesmo tempo. Dado que a experiência das coincidências é universal, a maior parte das pessoas encara-as como um dado adquirido, os breves momentos subtis da vida com os quais nos maravilhamos e que rapidamente esquecemos.
As coincidências são muito mais do que entretenimento. Uma coincidência é uma pista sobre a intenção do espírito universal, e, como tal, é rica em significado. (…) toda a coincidência é rica em significado, caso contrário nem sequer ocorreria.
O que é o significado na coincidência? O mais profundo de si já o sabe , mas esse entendimento tem que ser trazido à superfície . o significado não advém da própria coincidência, ele provém de si, caro leitor da pessoa que está a viver a experiência. Na verdade sem a nossa participação, qualquer acontecimento é desprovido de significado, todo o universo é desprovido de significado. Somos nós que conferimos significado aos acontecimentos e fazemo-lo através da intenção. As coincidências são mensagens do reino não-local, que nos guia nas vias de acção de modo a fazer com que os nossos sonhos e as nossas intenções se manifestem. Assim, em 1º lugar temos que ter 1 intenção, depois temos de estabelecer contacto com o nosso eu espiritual, e só então teremos 1 maneira de usar a coincidência para concretizarmos as nossas intenções.
É fácil termos uma intenção; é tão simples como formular um desejo para as nossas vidas. É difícil tornarmo-nos mais espirituais.
(…)”
exemplo do autor: David estava apaixonado por Joanna. Mas tinha dúvidas sobre se devia assumir 1 compromisso. Um dia levou-a ao parque para a pedir em casamento. Estava com duvidas se o devia fazer. Nesse instante sobrevoa o parque um avião com uma faixa que dizia: JOANNA, CASA COMIGO. Após isto Joanna lançou-se nos braços dele e David percebeu que era isso mesmo que teria que fazer. No dia seguinte leram no jornal a noticia de 1 homem que tinha pedido a namorada em casamento. (note-se que a mensagem não era para a joanna da nossa história… foi 1 pura coincidência!) Esta coincidência notável foi uma pista para o futuro de David.
“As pessoas que não se interessam pela espiritualidade, atribuem este tipo de acontecimentos ao acaso. Pessoalmente acredito que o “acaso” – pelo menos no modo como normalmente o definimos – nada tem a ver com isto. Aquilo a que a maior parte das pessoas chamam acaso não é mais do que a aplicação da sincronicidade à concretização das nossas intenções.
(…)
Deste modo, sincronicidade, coincidência cheia de significado, milagres e sorte, são todos termos diferentes para designarem o mesmo fenómeno.
(…)
Quando começarmos a ver as coincidência como oportunidades da vida, toda a coincidência se torna plena de significado. Toda a coincidência se torna uma oportunidade para a criatividade. Toda a coincidência se torna uma oportunidade para o leitor se transformar na pessoa que o universo tencionou que fosse.
Esta é a verdade derradeira do sincrodestino, em que o propósito do universo é concorrer para criar o nosso destino pessoal. Para o fazer, ele utiliza “conexões não-locais e não causais”. O que são conexões não causais? Se olharmos atentamente para todos os diferentes incidentes que ocorrem nas nossas vidas todos tem uma história que se intrinca com um destino pessoal. Não causal significa que os incidentes estão ligados uns aos outros, no entanto, sem uma relação directa de causa-efeito, pelo menos à superfície. São não causais, por partirem de uma expressão latina que significa sem causa.
(…)
com muita frequência nas nossas vidas caímos na repetição monótona; mantemos as mesmas rotinas e todos os dias agimos da mesma forma e de modo previsível. Dirigimos as nossas mentes num determinado curso da acção e avançamos simplesmente.

Como podem os milagres acontecer se nós avançamos pelas nossas vidas sem atenção, irreflectidamente e sem o entendimento das coisas? As coincidências são como a iluminação pública que chama a nossa atenção para algo importante nas nossas vidas, laivos do que se passa para além das distracções diárias. Podemos optar por ignorar essa iluminação e avançarmos rapidamente ou podemos prestar-lhe atenção e pôr em pratica o milagre que nos aguarda.”

Deepack Chopra, Sete princípios da realização pessoal

O que o tempo nos ensina

Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença, entredar a mão e acorrentar uma alma.
Aprendes que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.
E começas aaprender que beijos não são contratos, presentes não são promessas.
E não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai ferir-te de vez emquando e precisas perdoá-la por isso. Aprendes que falar pode aliviardores emocionais.
Descobres que se leva anos a construir confiança eapenas segundos para destruí-la, e que podes fazer coisas numinstante,das quais te arrependerás para o resto da vida.
Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que tu tens na vida, mas quem tens na vida.
Descobres que as pessoas com quem mais te importas na vida, são tiradasde ti muito depressa; por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vemos.
Aprendes que paciência requer muita prática.
Aprendes que quando estás com raiva tens o direito a estar com raiva,mas isso não dá o direito de seres cruel. Aprendes que nem sempre és uficiente ser perdoado por alguém.
Algumas vezes, tens que aprender aperdoar-te a ti mesmo.
Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, tu serás, em algum momento, condenado.
Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, o mundo não pára para que o consertes.
E,finalmente, aprendes que o tempo, não é algo que volta para trás. PORTANTO, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés desesperares que alguém te traga flores.
E percebes que realmente podes suportar...que realmente és forte, e que podes ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor, e que tu tens valor diante da Vida!
E só nos faz perder o bem que poderíamos conquistar... o medo de tentar!
William Shakespeare

domingo, agosto 27, 2006

Medo

Diz o mestre:
Muita gente tem medo da felicidade. Para essas pessoas, esta palavra significanmudar uma série de de hábitos - e perder a sua própria identidade.
Muitas vezes julgamo-nos indignos das coisas boas que nos acontecem. Não as aceitamos, porque aceitá-las dá-nos a sensação de que ficamos a dever alguma coisa a Deus.
Pensamos: " É melhor não provar o cálice da alegria porque, quando este nos faltar, iremos sofrer muito."
Por medo de diminuir, deixamos de crescer. Por medo de chorar, deixamos de rir."
Maktub - Paulo Coelho

Proximidade de Deus

Os místicos dizem que, quando começamos o nosso caminho espiritual, queremos muito falar de Deus - e acabamos por não ouvir o que Ele tem para nos dizer.
Diz o mestre:
Relaxe um pouco. Não é fácil; temos a necessidade natural de fazer sempre a coisa certa e achamos que o vamos conseguir, se trabalharmos sem parar. É importante tentar, cair, levantar e seguir em frente. Mas vamos deixar que Deus nos ajude. No meio de um grande esforço, vamos olhar para nós mesmos e deixar que Ele se revele e nos guie.
Vamos permitir que, de vez em quando, Ele nos coloque no Seu colo.
Maktub* Paulo Coelho

* para os árabes significa "está escrito".

sexta-feira, agosto 25, 2006

O tolo


Conta-se que numa pequena cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado de pouca inteligência, que vivia de pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o bobo ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas uma grande de 400 réis e outra menor, de dois mil réis. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos. "Eu sei" - respondeu o não tão tolo assim - "ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda." Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
1. A primeira: quem parece idiota, nem sempre é.
2. Dito em forma de pergunta: quais eram os verdadeiros tolos da história?
3. Outra: se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
4. Mas a conclusão mais interessante, a meu ver, é a percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas o que realmente somos.
"O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca ser o inteligente."
Autor desconhecido

segunda-feira, julho 24, 2006

Aprendi...

Novo...

"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim"
Chico Xavier

domingo, julho 16, 2006

A felicidade

Almas gémeas...

“Almas Gêmeas existem ou não existem? Muitos negam e muitos afirmam sua existência. O que ninguém nega é a necessidade do amor pleno, completo, eterno e feliz. Não, isso ninguém nega. Viver um amor assim é o sonho de felicidade de todos os que vivem neste mundo. E porquê este amor é tão difícil de encontrar? Porquê pessoas que se sentem felizes com as relações que possuem não deixam de sentir um vazio que nunca cessa? Porquê mesmo transmitindo uma aura de felicidade proporcionada por suas relações percebem que lhes falta algo que venha preencher o vazio que sentem? Porquê não cessam de buscar o amor mesmo que aparentemente já o tenham? Fique certo(a): esteja onde estiver e com quem estiver, sua Alma Gêmea sente o mesmo. Infelizmente a questão das Almas Gêmeas não passa por conceituações mentais, apesar de muitas leis e princípios esotéricos deixarem claro sua existência. Passa menos ainda por um sentir que tenha por base apenas sensações ou sentimentos. Está além da personalidade e das conceituações da mesma. É um sentir da alma, e o que vem da alma, ou do inconsciente, ou da memória abstrata, como queiram, traz registros completos e inapagáveis de nossa origem, das vidas que já vivemos, de onde viemos e com quem viemos. Sim, com quem viemos. Negar a dualidade no mundo da manifestação é negar todo este mundo. Princípios são princípios e não se aplicam parcialmente. Se tudo no mundo da manifestação tem seu outro lado, ou complemento, ou seja, existem no mundo manifestado em polaridades que se completam, não serei apenas eu ou você que nascemos com o privilégio de estarmos aqui inteiros, completos e sem complemento. Quem nega isso, mesmo dito esotérico, é apenas um devorador de livros. Pouco sabe e pouco compreende do universo
e do mundo espiritual.
(...)
Almas Gêmeas é um sentir de alma e na alma. Vale a pena repetir: não passa por conceituações. Todos, em menor ou maior proporção sentem sua ausência. Aliás, a única coisa que todos buscamos neste mundo é a felicidade apesar de só encontrarmos momentos felizes. Isso é uma verdade sem sofismas. Todos os dias buscamos a felicidade em alguma coisa ou pessoa. No dia seguinte descobrimos que ela ainda não havia chegado. Reiniciamos a busca e tudo se repete. Com o encontro das Almas Gêmeas, as buscas cessam. Ao invés de buscar, passamos a doar. E doamos através de nossas realizações às pessoas, ao mundo e ao universo o que passamos a ter em excesso e que, normalmente, falta a quase todos: amor, felicidade, paz, consciência e plenitude.

domingo, julho 09, 2006

Os dois "cães"...

O Rio Piedra (Paulo Coelho 9)

“ Todas as histórias de amor têm muita coisa em comum. Eu também passei por isso, em algum tempo da minha vida. Mas não me lembro. Lembro-me que o amor tornou a voltar, sob a forma de um novo homem, de novas esperanças, de novos sonhos.
Ela estendeu-me umas folhas de papel e a caneta.
- Escreva tudo o que está a sentir. Tire da sua alma, escreva no papel e depois deite-o fora. A lenda diz que o Rio Piedra é tão frio que tudo o que cai nele – folhas, insectos, penas de aves – se transforma em pedra. Quem sabe não seria uma boa ideia deixar nas sua águas o sofrimento?”

In Nas margens do Rio Piedra eu sentei e chorei, Paulo Coelho

Amor...quebrando os mitos... (Paulo Coelho 8)

“- Quero falar de um outro tipo de amor – insistiu. – Aquele que um homem e uma mulher compartilham e onde também se manifestam milagres.
Segurei as mãos dele. Ele podia conhecer os grandes mistérios da Deusa – mas de amor sabia tanto quanto eu. Apesar de ter viajado tanto.
E$ tinha que pagar um preço: a iniciativa. Porque a mulher paga o preço mais alto: a entrega.
Ficámos de mãos dadas por um longo tempo. Eu lia nos olhos dele os medos ancestrais que o verdadeiro amor coloca como provas a serem vencidas (...).
Eu lia nos olhos dele as milhares de vezes que tinha imaginado este momento, os cenários que tinha construido em nosso redor, o cabelo que eu deveria estar a usar e a cor da minha roupa. Eu queria dizer “sim”, que ele seria bem-vindo, que o meu coração tinha vencido a batalha. Eu queria dizer o quanto o amava, o quanto o desejava naquele momento.
Mas continuei em silêncio. Assisti como se fosse um sonho, à sua luta interior. Vi que tinha diante dele o meu “não”, o medo de me perder, as palavras duras que ouviu em momentos semelhantes da sua vida – porque todos nós passamos por isso, e acumulamos cicatrizes.
Os seus olhos começaram a brilhar. Sabia que ele estava a vencer todas aquelas barreiras.
Então soltei uma das mãos, peguei num copo e coloquei-o na borda da mesa.
- Vai cair – disse ele.
- Exacto. Quero que tu o derrubes.
- Partir um copo?
Sim, partir um copo. Um gesto aparentemente simples, mas que envolvia pavores que nunca chegaremos a perceber. O que há de errado em partir um copo barato – quando todos nós ja o fizemos, sem querer, pelo menos uma vez na vida?
- Partir um copo? Repetiu ele. – Porquê?
- Posso dar algumas explicações – respondi. – Mas, na verdade, é apenas por partir.
- Por ti?
- Claro que não.
Ele olhava para o copo de vidro na borda da mesa – preocupado com que caisse.
“É um ritual de passagem, como tu mesmo dizes”, tive vontade de dizer. “É proibido. Copos não se partem de propósito. Quando entramos em restaurantes ou nas nossas casas, temos cuidado para que os copos não fiquem na borda das coisas. O nosso universo exige que tomemos cuidado para que os copos não caiam no chão.”
No entanto, continuei a pensar, quando os partimos sem querer, vemos que não foi tão grave assim. O empregado diz “não tem importância” e nunca na minha vida vi os copos partidos serem incluidos na conta de um restaurante.. Partir copos faz parte da vida e não causamos dnos a nós próprios, ao restaurante, ou ao próximo.
Eu dei um empurrão à mesa. O copo balançou mas não caiu.
- Cuidado! – disse ele, instintivamente.
- Parte o copo – insisti eu.
Parte o copo, pensava comigo mesma, porque é um gesto simbólico. Procura entender que eu parti dentro de mim coisas muito mais importantes que um copo e estou feliz por isso. Olha para a tua própria luta interior e parte esse copo.
Porque, os nossos pais ensinaram-nos a ter cuidado com os copos e com os corpos. Ensinaram-nos que as paixões de infância são impossíveis, que não devemos afastar os homens do sacerdócio, que as pessoas não fazem milagres e que ninguém vai em viagem sem saber para onde vai.
Parte esse copo, por favor – e liberta-nos de todos esses malditos conceitos, essa mania que se tem de explicar tudo e só fazer aquilo que os outros aprovam.
Parte esse copo – pedi mais uma vez.
Ele fixou os seus olhos nos meus. Depois, devagar, deslizou a sua mão pelo tampo da mesa, até tocá-lo. Num movimento rápido, empurrou-o para o chão.
(..)
- Não tem importância – gritou o rapaz que atendia às mesas.
Mas ele não ouviu. Tinha-se levantado, agarrara-me os cabelos e beijava-me.
(...) Naquele minuto de beijo estavam anos de busca, de desilusões, de sonhos impossíveis.”

In Nas margens do Rio Piedra eu sentei e chorei, Paulo Coelho

O Destino??... (Paulo Coelho 7)

“- Muitas vezes tento entender o meu destino – disse ele (padre). – E nao consigo. Aceitei ser parte do exército de Deus e tudo o que tenho feito é tentar explicar aos homens porque é que existe miséria, dor, injustiça. Eu peço que sejam bons cristãos e eles perguntam-me: “Como posso crer em Deus, quando existe tanto sofrimento no mundo?”
E tento explicar o que não tem explicação. Tento dizer que existe um plano, uma batalha entre anjos e que estamos todos envolvidos nessa luta. Tento dizer que, quando um determinado número de pessoas tiver fé suficiente para mudar este cenário, todas as outras pessoas – em todas as partes do planeta – serão beneficiadas por esta mudança. Mas não acreditam em mim. Não fazem nada.
- São como as montanhas – disse eu. – São belas. Quem chega diante delas não consegue deixar de pensar na grandeza da Criação. São provas vivas do amor que Deus sente por nós, mas o destino destas montanhas é apenas dar testemunho.
Não são como os rios, que se movem e transformam a paisagem.
- Sim. Mas por que não ser como elas?
- Talvez porque deve ser terrível o destino das montanhas – respondi. – Elas são obrigadas a comtemplar sempre a mesma paisagem.
O padre não disse nada.
- Eu estava a estudar para ser montanha – continuei. – Tinha cada coisa no seu lugar certo. Ia entrar para um emprego público, casar-me, ensinar a religião dos meus pais aos meus filhos, embora já não acreditasse nela.
Hoje estou decidida a largar tudo isso e seguir o homem que eu amo. Ainda bem que desisti de ser montanha – não ia aguentar muito mais tempo.”

In Nas margens do Rio Piedra eu sentei e chorei, Paulo Coelho

O Homem da minha Vida...(Paulo Coelho 6)

“”Homem da minha vida; que estranho”, disse para mim mesma, surpreendida com o meu pensamento.
Diante do rio e da gruta, senti medo e ciúme. Medo porque tudo aquilo era novo para mim, e o que é novo assusta-me sempre. Ciúme porque, aos poucos, me apercebia de que o seu amor era maior do que eu pensava e que se espalhava poe terrenos que eu jamais tinha pisado.
“Perdoa-me, Nossa Senhora” disse eu. “Perdoa-me se estou a ser mesquinha, pequena, disputando a exclusividade do amor deste homem.””
(...)
Durante anos eu lutara contra o meu coração, porque tinha medo da tristeza, do sofrimento, do abandono. Sempre soubera que o verdadeiro amor estava acima de tudo isto e que era melhor morrer do que deixar de amar.
Mas achava que apenas os outros tinham coragem. E, agora, neste momento, descobrira que também eu era capaz. Mesmo que significasse partida, solidão, tristeza, o amor valia cada centavo do seu preço.”

In Nas margens do Rio Piedra eu sentei e chorei, Paulo Coelho

Os vampiros.. (Paulo Coelho 5)

“- Existe outro motivo para a tua alegria – comentei eu(...)
- Qual?
-Tu sabes que eu estou contente. Tu sabes que és o responsável por eu estar aqui hoje, a subir as montanhas da verdade, longe das montanhas de cadernos e livros. Tu estás a fazer-me feliz. E a felicidade é algo que se multiplica quando se divide.
-Tu fizeste o exercício do Outro?
-Sim. Como é que sabes?
-Porque tambem tu mudaste. E porque aprendemos esse exercício sempre na hora certa.
(...)
- Em que estás a pensar? – perguntou.
Em vampiros. Nos seres da noite, trancados em si mesmos desesperadamente à procura de companhia. Mas incapazes de amar. Por isso é que a lenda diz que apenas uma estaca no coração é capaz de matá-los; quando isso acontece, o coração desperta, liberta a energia do amor e destrói o mal.”

In Nas margens do Rio Piedra eu sentei e chorei, Paulo Coelho

domingo, junho 25, 2006

O "Outro"... (Paulo Coelho 4)

“Um sujeiro encontra um velho amigo seu, o qual tenta constantemente acertar na vida – sem resultado. “vou ter que lhe dar algum dinheiro”, pensa. Acontece que , naquela noite, descobre que o seu velho amigo e veio para pagar todas as dividas que tinha contraído no decorrer dos anos.
Vão até um bar que costumavam frequentar juntos, e ele paga a bebida a todos. Quando lhe indagam a razão de tanto êxito, responde que até há dias atrás, estava a viver o Outro.
- O que é o Outro? – Perguntaram todos.
- O Outro é aquele que me ensinaram ser, mas que não sou eu. O Outro acredita que a obrigação do homem é passar a vida inteira a pensar como juntar dinheiro para não morrer de fome quando ficar velho. Tanto pensa, e tanto faz planos, que só descobre que está vivo quando os seus dias na Terra estão quase a acabar. Mas já é tarde demais.
- E você quem é?
- Eu sou o que qualquer um de nós é, se ouvir o seu coração. Uma pessoa que se deslumbra diante do mistério da vida, que está aberta para os milagres, que sente com alegria e entusiasmo aquilo que faz. Só que o Outro, com medo de se decepcionar, não me deixava agir.
- Mas existe sofrimento – dizem as pessoas no bar.
- Existem derrotas. Mas ninguém escapa delas. Por isso, é melhor perder alguns combates na luta pelos seus sonhos, que ser derrotado sem sequer saber porque está lutando.
- Só isso? – perguntaram as pessoas no bar.
- Sim. Quando descobri isto, acordei decidido a ser o que realmente sempre desejei. O Outro ficou ali, no meu quarto, a olhar para mim, mas não o deixei mais entrar – embora tenha procurado assustar-me algumas vezes, alertando-me para os riscos de não pensar no futuro.
A partir do momento em que expulsein o Outro da minha vida, a energia divina operou os seus milagres.
(...)
(...) enquanto ele contava a história, parecia que me via a mim própria. Os medos, a insegurança, a vontade de não ver tudo o que é maravilhoso – porque amanhã pode acabar e vamos sofrer.
Os deuses jogam dados e não perguntam se queremos participar no jogo. Não querem saber se deuxámos um homem, uma casa, um trabalho, uma carreira, um sonho. Os deuses não ligam para o facto de que temos uma vida onde cada coisa tem o seu canto, onde cada desejo pode ser conseguido com trabalho e persistência. Os deuses não levam em conta os nossos planos, as nossas esperanças; em algum lugar do universo, eles jogam os dados – e você, por acaso, é escolhido. A partir daí, ganhar ou perder é uma questão de sorte.
Os deuses jogam os dados e libertam o Amor da sua jaula. A força que pode criar ou destruir – dependendo da direcção em que o vento soprava no momento em que lea saiu da prisão.
Por enquanto estava força estava a soprar para o lado dele. Mas os ventos são tão caprichosos como os deuses – e, no mais fundo do meu ser, eu começava a sentir alguma rajadas. (...)”
In Nas margens do rio Piedra eu sentei e chorei, Paulo Coelho

À Criança que há dentro de nós... (Paulo Coelho 3)

“Às vezes somos possuídos por uma sensação de tristeza que não conseguimos controlar – dizia ele -. Percebemos que o instante mágico daquele dia e nada fizemos. Então, a vida esconde a sua magia e a sua arte.
Temos que dar ouvidos à criança que fomos um dia e que ainda existe dentro de nós. Essa criança que fomos um dia continua presente. Bem-aventurados os pequeninos, porque deles é o Reino dos Céus.
Se não nascermos de novo, se não tornarmos a olhar a vida com a inocência e o entusiasmo da infância, viver não terá mais sentido.
Existem muitas maneiras de cometer suicídio. Os que tentam matar o corpo, ofendendo a lei de Deus. Os que tentam matar a alma, também ofendendo a lei de Deus, emobora o seu crime seja menos visível aos olhos do homem.
Prestemos atenção ao que nos diz a criança que temos guardada no peito. Não nos envergonhemos por causa dela. Não vamos deixar que ela tenha medo, porque está só e quase nunca é ouvida.
Vamos permitir que ele tome um pouco as rédeas da nossa existência. Essa criança sabe que um dia é diferente do outro.
Vamos azer com que ela se sinta amada novamente. Vamos agradar-lhe – mesmo que isso signifique agir de uma maneira a que não estamos acostumados, mesmo que isso pareça uma tolice aos olhos dos outros.
Lembrem-se que a sabedoria dos homens é loucura diante de Deus. Se ouvirmos a criança que temos na alma, os nossos olhos tornarão a brilhar. Se não perdemos o contatacto com essa criança, nao perdemos o contacto com a vida.

In Nas margens do rio Piedra eu sentei e chorei, Paulo Coelho

A felicidade?... onde?.. (Paulo Coelho 2)

“É preciso correr riscos, dzia ele. Só percebemos realmente o milagre da vida quando deixamos que o inesperado aconteça.
Deus dá-nos todos os dias – junto com o sol – um momento em que é possível mudar tudo o que nos deixa infelizes. Todos os dias procuramos fingir que não nos percebemos desse momento, que ele não existe, que hoje é igual a ontem e será igual a amanhã. Mas quem presta atenção ao seu dia, descobre o instante mágico. Ele pode estar escondido na altura em que enfiamos a chave na porta, pela manhã, no instante de silêncio logo após o jantar, nas mil e uma coisas que nos parecem iguais. Mas esse momento existe – um momento onde toda a força das estrelas passa por nós, e nos permite fazer milagres.
Às vezes, a felicidade é uma benção – mas geralmente é uma conquista. O instante mágico do dia ajuda-nos a mudar, faz-nos ir em busca dos nossos sonhos. Vamos sofrer, vamos ter momentos dificeis, vamos enfrentar muitas desilusões. Mas tudo isso é passageiro e não deixa marcas. E, no futuro, poderemos olhar para trás com orgulho e fé.
Mas pobre de quem teve medo de correr riscos. Porque talvez não se decepcione nunca, nem tenha desilusões, nem sofra como aqueles que têm um sonho a seguir. Mas quando olhar para trás – porque olhamos sempre para trás – vai ouvir o seu coração a dizer: “o que fizeste com os milagres que Deus semeou nos teus dias? O que fizeste com os talentos que o teu mestre te confiou? Enterraste-os fundo numa cova, porque tinhas medo de perdê-los. Então, esta é a tua herança: certeza de que desperdiçaste a tua vida”.
Pobre daquele que escuta estas palavras. Porque então acreditará em milagres, mas os instantes mágicos da vida já terão passado.”

In Nas margens do rio Piedra eu sentei e chorei, Paulo Coelho

Simplesmente Amar... (Paulo Coelho 1)

“(...) nunca podemos esquecer que a experiência espiritual é sobretudo uma experiência prática de Amor. E no Amor não existem regras. Podemos tentar seguir manuais, controlar o coração, ter uma estratégia de comportamento – mas tudo isso é tolice. O Coração decide, e o que ele decidir é o que vale.
Todos nós já o experimentámos na vida. Todos nós, em algum momento, já dissemos entre lágrmas: “Estou a sofrer por um amor que não vale a pena” Sofremos porque achamos que damos mais do que recebemos. Sofremos porque o nosso amor não é reconhecido. Sofremos porque não conseguimos impor as nossas regras.
Sofremos à toa: porque no amor está a semente do nosso crecimento. Quanto mais amamos, mais próximos estamos da experiência espiritual. Os verdadeiros iluminados, com as suas almas incendiadas pelo Amor, venciam todos os preconceitos da época. Cantavam, riam, rezavam em voz alta, dançavam, compartilhavam aquilo que São Paulo chamou “santa loucura”, Eram alegres – porque quem ama venceu o mundo, não tem medo de perder nada. O verdadeiro Amor é um acto de entrega total.
(...) cedo ou tarde, temos que vencer os nossos medos – já que o caminho espiritual se faz através da experiência diária do amor.
O monge Thomas Merton dizia: “A vida espiritual resume-se em amar. Não se ama porque se quer fazer o bem, ou ajudar, ou proteger alguém. Se assim agimos, estaremos a ver o próximo como simples objecto, e estaremos a ver-nos a nós mesmos como pessoas generosas e sábias. Isso nada tem a ver com amor. Amar é comungar com o outro, e descobrir nele a centelha de Deus.””
In Nas margens do rio Piedra eu sentei e chorei, Paulo Coelho

sábado, junho 10, 2006

Alma Gémea

"Uma alma gémea é alguem cujas fechaduras coincidem com as nossas chaves e cujas chaves coincidem com as nossas fechaduras.
Quando nos sentimos seguros a ponto de abrir as fechaduras, surge o nosso EU mais verdadeiro e podemos ser completamente e honradamente quem somos. Cada um descobre a melhor parte do outro."
Richard Bach

domingo, junho 04, 2006

Mais uma verdade...

Quando pensamos que sabemos todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas...
Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente, quando vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado. Ele vira-se para o chinês e pergunta:
- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o seu defunto virá comer o arroz?
E o chinês responde:- Sim, e geralmente na mesma hora que o seu vem cheirar as flores!!!
"RESPEITAR AS OPÇÕES DO OUTRO, EM QUALQUER ASPECTO, É UMA DAS MAIORES VIRTUDES QUE UM SER HUMANO PODE TER. AS PESSOAS SÃO DIFERENTES, AGEM DIFERENTE E PENSAM DIFERENTE"."NUNCA JULGUE. APENAS COMPREENDA!!"
Autor desconhecido

quinta-feira, junho 01, 2006

Para reflectir...

.. e foi isto que o Dalai Lama disse no início do milénio.

1. Toma em conta que um grande amor, ou uma grande realização, implicam grandes riscos.

2. Quando perderes, pelo menos não percas a lição.

3. Segue os três R's:

Respeito por ti

Respeito pelos outros e...

Responsabilidade por todos os teus actos.

4. Lembra-te que não ter tudo o que se deseja é, por vezes, um magnífico golpe de sorte.

5. Aprende bem as regras para saberes como infringi-las correctamente

6. Não deixes que uma pequena disputa estrague uma grande relação.

7. Se descobrires que te enganaste, faz logo a correcção.

8. Todos os dias passa algum tempo sozinho.

9. Abre os braços à mudança, mas não percas os teus valores.

10. Lembra-te que o silêncio é, às vezes, a melhor resposta.

11. Leva uma vida boa e honrada. Quando fores velho, será possível revivê-la uma segunda vez.

12. Uma atmosfera de amor em tua casa é o alicerce da tua vida.

13. Em disputas com os teus queridos, trata só do caso corrente. Não vás buscar queixas do passado.

14. Partilha o teu saber; é uma forma de alcançar a imortalidade.

15. Sê suave com a terra.

16. Uma vez por ano vai a um sítio aonde nunca tenhas estado.

17. Lembra-te que a melhor relação é aquela em que o amor excede a necessidade.

18. Avalia o teu sucesso por tudo a que tiveste de renunciar para o alcançar.

19. Ao amor e ao cozinhar aborda-os com naturalidade audaciosa.

domingo, maio 21, 2006

Àqueles que me fazem sentir que viver é uma viagem bonita...

"Tu és aquele que decide, se farás ou não farás; tu és aquele que decide, se vais à frente ou segues atrás, se chegas à meta distante, ou te contentas por estares onde estás." Edgar A. Guest

Gostaria de dizer a todos os que passam na minha vida e que me fazem sentir que a vida é uma agradável viagem, obrigada por conseguirem embelezar o jardim do meu pequeno mundo... cada um à sua maneira ocupa um "vaso" especial na minha colecção de flores...
Que as minhas "pipocas" tenham conseguido adoçar a vossa vida e tragam mais amor para a vossa "viagem"...
A todos um grande OBRIGADA por existirem!
Um enorme BEIJO!
Sandra

domingo, maio 07, 2006

Corrida de sapos

Era uma vez uma corrida.... de sapinhos!

O objectivo era atingir o alto de uma grande torre.

Havia no local uma multidão assistindo.

Muita gente para vibrar e torcer por eles.

Começou a competição.

Mas como a multidão não acreditava que os sapinhos pudessem alcançar o alto daquela torre, o que mais se ouvia era: - "Que pena!!! esses sapinhos não vão conseguir...não vão conseguir..."

E os sapinhos começaram a desistir. Mas havia um que persistia e continuava a subida em busca do topo...

A multidão continuava gritando: "...que pena!!! vocês não vão conseguir!..."

E os sapinhos estavam mesmo desistindo, um por um... menos aquele sapinho que continuava tranquilo... embora cada vez mais ofegante.

Já ao final da competição, todos desistiram, menos ele...

A curiosidade tomou conta de todos. Queriam saber o que tinha acontecido...

E assim, quando foram perguntar ao sapinho como ele havia conseguido concluir a prova, aí sim conseguiram descobrir...que ele era surdo!



Não permita que pessoas com o péssimo hábito de serem negativas, derrubem as melhores e mais sábias esperanças de nosso coração!

Lembre-se sempre:

Há poder em nossas palavras e em tudo o que pensamos...

Portanto, procure sempre ser POSITIVO!



Resumindo:

Seja "surdo" quando alguém lhe diz que você não pode realizar seus sonhos...

Autor desconhecido

Professores e educadores!

Professores e educadores ...!!!

Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada: Uma turma de meninas de 12 anos que usavam batom todos os dias removiam o excesso beijando o espelho do banheiro.

O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia.

Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom.

Um dia o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam.

Depois de uma hora falando, pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho.

O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.

Nunca mais apareceram marcas no espelho !

Há professores e há educadores .. !!!
Autor desconhecido

Os Sapatos Sujos

MIA COUTOO o escritor moçambicano, também licenciado em Medicina e Biologia, fez uma oração de sapiência, em 7 de Março, na abertura do ano lectivo do Instituto Superior de Ciências e Tecnologia de Moçambique. Excertos desta oração foram publicados no Courrier Internacional, nº. 0, de 2 de Abril.
Destacamos, Os Sete Sapatos Sujos:"Não podemos entrar na modernidade com o actual fardo de preconceitos. À porta da modernidade precisamos de nos descalçar. Eu contei Sete Sapatos Sujos que necessitamos deixar na soleira da porta dos tempos novos. Haverá muitos.
Mas eu tinha que escolher e sete é um número mágico:
- Primeiro Sapato - A ideia de que os culpados são sempre os outros;
- Segundo Sapato - A ideia de que o sucesso não nasce do trabalho;
- Terceiro Sapato - O preconceito de que quem critica é um inimigo;
- Quarto Sapato - A ideia de que mudar as palavras muda a realidade
- Quinto Sapato - A vergonha de ser pobre e o culto das aparências;
- Sexto Sapato - A passividade perante a injustiça;
- Sétimo Sapato - A ideia de que, para sermos modernos, temos de imitar os outros
Mia Couto

sexta-feira, maio 05, 2006

A Desilusão

Vamos pela vida intercalando épocas de entusiasmo com épocas de desilusão.
De vez em quando andamos inchados como velas e caminhamos velozes pelo mar do mundo; noutras ocasiões - mais frequentes do que as outras – estamos murchos como folhas que o tempo engelhou.
Temos períodos dourados, em que caminhamos sobre nuvens e tudo nos parece maravilhoso, e outros – tão cinzentos! - em que talvez nos apetecesse adormecer e ficar assim durante o tempo necessário para que tudo voltasse a ser belo.
Acontece-nos a todos e constitui, sem dúvida, um sinal de imaturidade. Somos ainda crianças em muitos aspectos.
A verdade é que não temos razões para nos deixarmos levar demasiado por entusiasmos, pois já devíamos ter aprendido que não podem ser duradouros.
A vida é que é, e não pode ser mais do que isso.
Desejamos muito uma coisa, pensamos que se a alcançarmos obtemos uma espécie de céu, batemo-nos por ela com todas as forças. Mas quando, finalmente, obtemos o que tanto desejávamos, passamos por duas fases desconcertantes.
A primeira é um medo terrível de perder o que conquistámos: porque conhecemos o que aconteceu anteriormente a outras pessoas em situações semelhantes à nossa; porque existe a morte, a doença, o roubo...
A segunda fase chega com o tempo e não costuma demorar muito: sucede que aquilo que obtivemos perde - lentamente ou de um dia para o outro – o encanto. Gastou-se o dourado, esboroou-se o algodão das nuvens. Aquilo já não nos proporciona um paraíso.
E é nesse momento que chega a desilusão, com todo o seu cortejo de possíveis consequências desagradáveis: podem passar-nos pela cabeça coisas como mudarmos de profissão, mudarmos de clube, trocarmos de automóvel ou de casa, divorciarmo-nos... E, então, surge o desejo de partir atrás de outro entusiasmo: queremos voltar a amar...
Nunca mais conseguimos aprender o que é o amor.
Se nos desiludimos, a culpa não está nas coisas nem está nas outras pessoas.
Se nos desiludimos, a culpa é nossa: porque nos deixámos iludir; porque nos deixámos levar por uma ilusão. Uma ilusão - há quem ganhe a vida a fazer ilusionismo - consiste em vestir com uma roupagem excessiva e falsa a realidade, de modo a distorcê-la ou a fazê-la parecer mais do que aquilo que é.
Quando nos desiludimos não estamos a ser justos nem com as pessoas nem com as coisas.
Nenhuma pessoa, nenhuma das coisas com que lidamos pode satisfazer
plenamente o nosso desejo de bem, de felicidade, de beleza.
Em primeiro lugar porque não são perfeitas (só a ilusão pode, temporariamente, fazer-nos ver nelas a perfeição). Depois, porque não são incorruptíveis nem eternas: apodrecem, gastam-se, engelham-se, engordam, quebram-se, ganham rugas...terminam.
Aquilo que procuramos - faz parte da nossa estrutura, não o podemos evitar - é perfeito e não tem fim. E não nos contentamos com menos de que isso.
É por essa razão que nos desiludimos e que de novo nos iludimos: andamos à procura...
De resto, se todos ambicionamos um bem perfeito e eterno, ele deve existir.
Só pode acontecer que exista. Mas deve ser preciso procurar num lugar mais adequado.

Autor desconhecido

A caixinha... do amor

Há um tempo atrás, um homem castigou sua filhinha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado.O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-la debaixo da árvore de Natal.
Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menininha levou o presente ao seu pai e disse:
- Isto é para você, paizinho!

Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia. Gritou, dizendo:
- Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa?
A pequena menina olhou para cima, com lágrimas nos olhos, e disse:
- Oh, Paizinho, não está vazia. Eu soprei beijos dentro da caixinha. Todos para você ...
O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse.
Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos e sempre que se sentia triste, chateado, recordava o amor que sua filha havia posto ali...
De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós humanos temos recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos de nossos pais, filhos, irmãos e amigos ...
Ninguém poderá ter uma propriedade ou posse mais bonita e importante que esta.
Autor desconhecido

segunda-feira, abril 17, 2006

Ouve o teu coração

Quando encontrares alguém e esse alguém fizer o teu coração parar de funcionar por alguns segundos, presta atenção: pode ser a pessoa mais importante da tua vida. Se os olhares se cruzarem e, neste momento, houver o mesmo brilho intenso entre eles, fica alerta: pode ser a pessoa que tu estás à espera desde o dia em que nasceste.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, os olhos se encherem de água nesse momento, percebe: existe algo mágico entre vocês.Se o 1º e o último pensamento do teu dia for essa pessoa, vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradece: Algo do céu te mandou um presente divino: O AMOR.
Se um dia tiverem que pedir perdão um ao outro por algum motivo e, em troca, receberes um abraço, um sorriso, um afago nos cabelos e os gestos valerem mais que mil palavras, entrega-te: vocês foram feitos um para outro.Se por algum motivo estiveres triste, se a vida te deu uma rasteira e a outra pessoa sofrer o teu sofrimento, chorar as tuas lágrimas e enxugá-las com ternura: poderás contar com ela em qualquer momento da tua vida.Se conseguires, em pensamento, sentir o cheiro da pessoa como se ela estivesse ali do teu lado... Se achares a pessoa maravilhosamente linda, mesmo ela estando de pijama velho, chinelos de dedo e cabelos emaranhados...
Se não conseguires trabalhar direito o dia todo, ansioso pelo encontro que está marcado para a noite...
Se não consegues imaginar, de maneira nenhuma, um futuro sem a pessoa ao teu lado...
Se tiveres a certeza que irás ver a outra envelhecendo...e, mesmo assim, tiveres a convicção que vais continuar sendo louco por ela...Se preferires fechar os olhos, antes de ver a outra partindo: é o amorMuitas pessoas apaixonam-se muitas vezes na vida, mas poucas amam ou encontram um amor verdadeiro.
Às vezes encontram e, por não prestarem atenção nesses sinais, deixam o amor passar, sem deixá-lo acontecer verdadeiramente. É o livre-arbítrio.
Por isso, presta atenção aos sinais.
Não deixes que as loucuras do dia-a-dia te deixem cego para a melhor coisa da vida: o AMOR!!!
Ama muito.....muitíssimo.......
Carlos Drummond de Andrade

É triste não ter amigos?

É triste não ter amigos?
Ainda mais triste é, não ter inimigos!
Porque, quem não tem inimigos, é sinal que não tem:
Nem talento que faça sombra,
Nem carácter que impressione,
Nem coragem para que o temam,
Nem honra contra a qual murmurem,
Nem bens que lhe cobicem,
Nem coisa alguma que lhe invejem..."

...Voltaire

Programa AMOR

Bom dia fala do Atendimento ao Cliente"....Em que lhe posso ser útil?
-Bom dia olhe, Comprei o seu programa AMOR, mas até agora não o consegui instalar.
- Vamos verificar a situação então.O primeiro passo é abrir o seu CORAÇÃO. A Sra. encontrou o seu CORAÇÃO?
-Sim, encontrei. Mas há diversos programas a funcionar agora.Tem algum problema em instalar o AMOR enquanto outros programas estão a correr?
- Que programas estão a correr, ?
- Deixe-me ver... Eu tenho a correr o BAIXAESTIMA.EXE,RESSENTIMENTO.COM, ODIO.EXE e RANCOR.EXE ...
-Não tem problema. O AMOR apagará automaticamente RANCOR.EXE do seu sistema operacional actual.Pode ficar na sua memória permanente, mas não vai causar problemas por muito tempo para os outros programas. O AMOR vai reescrever BAIXAESTIMA.EXE numa versão melhor, chamada AUTOESTIMA.EXE. Entretanto, tem que desligar completamente o ODIO.EXE e RESSENTIMENTO.COM. Esses programas impedem que o AMOR seja instalado correctamente. Pode desligá-los?
- Eu não sei como desligá-los. Poderia dizer me como fazer?
-Com certeza! Vá ao Menu e clique em PERDAO.EXE. Faça isso quantas vezes forem necessárias, até que o ODIO.EXE e RESSENTIMENTO.COM sejam apagados completamente.
-ok! Terminei! O AMOR começou a instalar-se automaticamente. Isso é normal?
- Sim, é normal. deverá receber agora uma mensagem dizendo que reinstalará a vida do seu coração. Já chegou esta mensagem?
- Sim, chegou agora, já a tenho. Está completamente instalado?
- Sim. Mas lembre-se: a Sra. só tem o programa de modelo básico. Precisa de começar a conectar-se com outros CORAÇÕES a fim de obter melhoramentos.
- Oh! Meu Deus! Apareceu uma mensagem de erro. O Que devo fazer?
- O que diz a mensagem?
-Diz: "ERRO 412 - O PROGRAMA NÃO FUNCIONA EM COMPONENTES INTERNOS". O que o que é significa isto?
- Não se preocupe. Este é um problema comum. Significa que o programa do AMOR está ajustado para funcionar em CORAÇÕES externos, mas ainda não está a funcionar no seu CORAÇÃO. É uma daquelas coisas complicadas de programação, mas em termos não-técnicos, significa que . tem que "AMAR" sua própria máquina antes que possa amar outra.
- Então, o que devo fazer?
- Consegue achar o directório chamado "AUTO-ACEITACAO"?
- Sim, encontrei.
- Excelente! Está a ficar óptima nisto!
- Obrigada!
- De nada. Faça o seguinte: clique nos arquivos BONDADE.DOC, AUTOESTIMA.TXT, VALORIZE-SE.TXT, PERDAO.DOC e copie-os para o directório "MEU CORAÇÃO". O sistema irá reescrever todos os arquivos em conflito e começará a consertar a programação defeituosa. Também é necessário apagar AUTOCRITICA.EXE de todos os directórios e depois esvazie a sua lixeira para se certificar de que nunca voltem.

- Consegui! Meu CORACAO está cheio de arquivos realmente bons! Eu tenho no meu monitor, agora, o SORRISO.MPG e está a mostrar que PAZ.EXE, CONTENTAMENTO.COM e BONDADE.COM foram instalados automaticamente
- Muito Obrigado

-De nada, disponha sempre!

Autor desconhecido



domingo, abril 16, 2006

O Convite da Loucura


A Loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa.
Todos os convidados foram. Após o café, a Loucura propôs:
- Vamos brincar de esconde-esconde?
- Esconde-esconde? O que é isso? - perguntou a Curiosidade.
- Esconde-esconde é uma brincadeira. Eu conto até cem e vocês se escondem.
Ao terminar de contar, eu vou procurar, e o primeiro a ser encontrado Será o próximo a contar.
Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.
-1,2,3,... - a Loucura começou a contar.
A Pressa escondeu-se primeiro, num lugar qualquer. A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa de uma árvore. A Alegria correu para o meio do jardim. Já a Tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder. A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele debaixo de uma pedra. A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo. O Desespero ficou desesperado ao ver que a Loucura já estava no noventa e nove.
- CEM! - gritou a Loucura. - Vou começar a procurar...
A primeira a aparecer foi a Curiosidade, já que não agüentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar. Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficar para melhor se esconder. E assim foram aparecendo a Alegria, a Tristeza, a Timidez...
Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou: - Onde está o
Amor?
Ninguém o tinha visto. A Loucura começou a procurá-lo. Procurou em cima Da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do Amor aparecer.
Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente ouviu um grito.
Era o Amor, gritando por ter furado o olho com um espinho. A Loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu segui-lo para sempre. O Amor aceitou as desculpas.
Hoje, o Amor é cego e a Loucura o acompanha sempre.

Autor Desconhecido


Depois

Convencemo-nos que a vida será melhor depois... Depois de acabar os estudos,depois de arranjar trabalho, depois de casarmos, depois de termos um filho,depois de termos outro filho.Então, sentimo-nos frustrados porque os nossos filhos ainda não são suficientemente crescidos e julgamos que seremos mais felizes quando crescerem e deixem de ser crianças, depois desesperamo-nos porque são adolescentes, insuportáveis.
Pensamos: «Seremos mais felizes quando esta fase acabar!»Então decidimos que a nossa vida estará completa quando o nosso companheiro ou companheira estiver realizado, quando tivermos um carro melhor, quando podermos ir de férias, quando conseguirmos uma promoção, quando nos reformarmos.
A verdade é que NÃO HÁ MELHOR MOMENTO PARA SER FELIZ DO QUE AGORA MESMO!Se não for agora, então quando?A vida está cheia de depois, de reptos.
É melhor admiti-lo e decidir ser feliz agora, de todas as formas.Não há um depois, nem um caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho e é AGORA!
Deixa de esperar até que acabes os estudos, até que te apaixones, até que encontres trabalho, até que te cases, até que tenhas filhos, até que eles saiam de casa, até que te divorcies, até que percas esses 10kg, até sexta-feira à noite ou Domingo de manhã, até à Primavera, o Verão, o Outono ou o Inverno, ou até que morras, para decidires então que não há melhor momento que justamente ESTE para seres feliz!A felicidade é um trajecto, não um destino.Trabalha como se precisasses de dinheiro, ama como se nunca te tivessem magoado e dança como se ninguém estivesse a ver!

A Fábula do Pirilampo e da cobra...



Esta fábula é para todos os pirilampos lerem e todas as cobras
pensarem!!!!!!!!!



Era uma vez uma cobra que começou a perseguir um pirilampo que só vivia para brilhar...!
Ele fugia rápido com medo da feroz predadora, e a cobra nem pensava em desistir.
Fugiu um dia e nada. ela não desistia, dois dias...
No terceiro dia, já sem forças, o pirilampo parou e disse à cobra:
- Posso fazer-te três perguntas?
- Podes. Não costumo abrir esse precedente para ninguém mas já que te
vou comer, podes perguntar.
1. Pertenço à tua cadeia alimentar?
- Não.
2. Fiz-te alguma coisa?
- Não.
3. Então porque é que me queres comer?
- PORQUE NÃO SUPORTO VER-TE BRILHAR!!!
Pensem nisto e olhem bem à vossa volta, porque sem darmos conta estamos diariamente a tropeçar em cobras!

Autor Desconhecido

Um bonito diálogo

Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital.
Um deles, podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões.
A sua cama estava junto da única janela do quarto. O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas. Os homens conversavam horas a fio.
Falavam das suas mulheres e famílias, das suas casas, dos seus empregos, onde tinham passado as férias...
E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, ele passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto, todas as coisas que ele conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhas. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes cariciavam a paisagem, e uma ténue vista da silhueta da cidade podia ser vista no horizonte.
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava a pitoresca cena.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia a passar.
Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, ele conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retractava através de palavras bastante descritivas.
Dias e semanas passaram. Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida do homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia.
Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.
Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de
fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto, lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.
A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. "Talvez ele quisesse apenas dar-lhe coragem...".
Moral da História: Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas. A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada. Se queres sentir-te rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar.
"O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que lhe chamam o presente.
A origem desta carta é desconhecida...

A Caixinha

Um tempo atrás, um homem castigou sua filhinha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado.O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-la debaixo da árvore de Natal.
Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menininha levou o presente ao seu pai e disse:

- Isto é para você, paizinho!

Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia. Gritou, dizendo:

- Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa?
A pequena menina olhou para cima, com lágrimas nos olhos, e disse:

- Oh, Paizinho, não está vazia. Eu soprei beijos dentro da caixinha. Todos para você ...
O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse.
Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos e sempre que se sentia triste, chateado, recordava o amor que sua filha havia posto ali...
De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós humanos temos recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos de nossos pais, filhos, irmãos e amigos ...
Ninguém poderá ter uma propriedade ou posse mais bonita e importante que esta.


Autor Desconhecido

A Vaquinha

Um sábio passeava no bosque com o seu fiel discípulo, quando viu, à distância, um local de aspecto pobre e decidiu fazer-lhe uma visita. Durante a caminhada comentou com o aprendiz a importância de fazer visitas e de conhecer pessoas e das oportunidades de aprendizagem que temos durante estas experiências.
Chegando a esse lugar constatou a pobreza, e viu os habitantes (um casal e três filhos), numa casa de madeira, com roupas sujas e rotas e sem calçado. Então, aproximou-se do senhor, aparentemente o pai, e perguntou: "Neste lugar não existe possibilidade de trabalhar nem lojas, como consegue sobreviver aqui com a sua família?"
O senhor calmamente respondeu: "Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte do leite é vendida ou trocada por outros produtos alimentares na cidade vizinha; com a outra parte produzimos queijo, manteiga, etc., para nosso consumo. É assim que vamos sobrevivendo." O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por um instante, despediu-se e partiu.
A meio do caminho, dirigiu-se ao seu discípulo e ordenou-lhe: "Pega na vaquinha, leva-a até àquele precipício e empurra-a".
O jovem, espantado, olhou para o seu mestre e argumentou que o vaquinha era o único meio de subsistência daquela família. Mas, ao aperceber-se do absoluto silêncio do mestre, foi cumprir a ordem que este lhe havia dado. Assim, empurrou a vaquinha para o precipício e viu-a morrer. Aquela cena ficou gravada na memória do jovem durante muitos anos.
Um dia o jovem decidiu abandonar tudo o que havia aprendido e regressar àquele lugar, contar àquela família o que havia feito, pedir perdão e ajudá-la. À medida que se aproximava do lugar, começou a ver tudo muito bem arranjado, com árvores floridas, carro na garagem da enorme casa e alguns meninos brincando no jardim.
O jovem sentiu-se triste e desesperado, pensando que aquela humilde família tivera de vender o terreno para sobreviver. Acelerou o passo e, ao chegar, foi recebido por um senhor muito simpático. Perguntou-lhe pela família que ali vivia no passado e a isto o senhor respondeu que era a mesma.
Espantado, o jovem correu a verificar que era a mesma família que visitara anos antes com o sábio mestre. Elogiou o lugar e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha): "Como fez para melhorar este lugar e mudar de vida?"
O senhor, entusiasmado, respondeu: "Nós tínhamos um vaquinha que caiu pelo precipício e morreu. Daí para a frente, vimos a necessidade de fazer outras coisas e desenvolver outras capacidades que não sabíamos ter. Foi assim que alcançámos o que os seus olhos agora vêem."
Autor Desconhecido

Amor Incondicional



Era uma vez um soldado que finalmente regressava a casa depois da guerra do Vietnam. Em San Francisco, ele telefonou os pais e disse-lhes:

- "Mãe e Pai, vou regressar a casa, mas tenho um favor a pedir-vos.
- Tenho um amigo que quero levar comigo".
-"Claro filho", responderam seus pais, "adoraria-mos conhecê-lo".
"Mas há algo que devem saber",disse o soldado.
Ele foi gravemente ferido durante a guerra.
-Pisou uma mina e perdeu um braço e uma perna.
Ele não tem para onde ir, e eu quero que venha viver connosco".
"Lamentamos ouvir isso filho. Talvez possamos ajuda-lo a encontrar um lugar onde viver".
"Não, Mãe e Pai, eu quero que ele viva connosco".
"Filho", disse o pai "tu não sabes o que estas a pedir.

Alguém com semelhantes limitações seria uma terrível carga. Nós temos as nossas próprias vidas a viver, e não podemos permitir que algo assim nos atrapalhe. eu creio que tu deverias voltar sozinho para casa e esqueceres-te deste rapaz. Ele encontrará uma forma de viver sozinho".

Desta maneira, o filho desligou o telefone.

Os pais não escutaram nada mais do seu filho.
Dias depois, receberam um telefonema da policia de San Francisco.
Seu filho tinha caído do terraço de um prédio. a policia disse que foi suicídio.
Os devastados pais voaram até San Francisco e foram levados a morgue para identificar o corpo do seu filho.

Eles reconheceram, mas para seu horror, também descobriram algo que não sabiam, seu filho só tinha um braço e uma perna.
Os pais desta história são como muitos outros.
É muito fácil amar àqueles que são bem parecidos e divertidos de ter ao nosso redor, mas não queremos àqueles que nos façam sentir incómodo.
Preferimos afastarmo-nos das pessoas que não são tão saudáveis, tão bonitas ou tão inteligentes como nós, preferimos estar cercados dos que podemos "mostrar" pelas aparências .
Afortunadamente, há alguém que não nos trata dessa maneira. Alguém que nos ama com um amor incondicional, que nos dá às boas vindas a familia infinita, tal e qual como somos.
Esta noite antes de te deitares, diz uma pequena oração a Deus, para que te dê a força de que necessitas para aceitar as pessoas tal e qual como são, e que nos ajude a ser mas compreensíveis com àqueles que são diferentes, pensam e agem diferente de nós!!!
Existe um milagre chamado Amizade que vive no nosso coração.
Não sabes como passa nem quando começa mas sabes que é àquele ânimo especial que sempre te dá e te dás conta que a Amizade é a oferta mais preciosa de Deus!

Os Amigos são na realidade uma jóia pouco comum e muitas vezes são mais suporte e apoio que a nossa própria família. Eles te fazem sorrir e te animam para que sigas adiante.
Eles te escutam, partilham e sempre te abrem seus corações.
Autor Desconhecido

domingo, abril 09, 2006

Frasco cheio ou frasco vazio

Um professor diante da sua turma de filosofia, sem dizer uma palavra pegou num frasco grande e vazio de maionese e começou a enchê-lo com bolas de golfe.
A seguir perguntou aos estudantes se o frasco estava cheio. Todos estiveram de acordo em dizer que "sim".
O professor tomou então uma caixa de fósforos e a vazou dentro do rasco de maionese. Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe.
O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a responder que "Sim".
Logo, o professor pegou uma caixa de areia e a vazou dentro do frasco. Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e o prof.questionou novamente se o frasco estava cheio.
Os alunos responderam-lhe com um "Sim" retumbante.
O professor em seguida adicionou duas chávenas de café ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes riram- se nesta ocasião.
Quando os risos terminaram, o professor comentou: "Quero que percebam que este frasco é a vida. As bolas de golfe são as coisas importantes, como Deus, a família, os filhos, a saúde, os amigos, as coisas que te apaixonam. São coisas que mesmo que perdêsses tudo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia. Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro etc. A areia é tudo o resto, as pequenas coisas.
"Se primeiro colocamos a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida. Se gastamos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes.
Presta atenção às coisas que realmente importam. Estabelece as tuas prioridades, e o resto é só areia."
Um dos estudantes levantou a mão e perguntou: - Então e o que representa o café?
O prof sorriu e disse: " Ainda bem que perguntas! Isso é só para lhes mostrar que por mais ocupada a vossa vida possa parecer, sempre há lugar para tomar um café com um amigo. ".
Quando as coisas da vida te parecerem demasiadas, lembra-te do frasco de maionese e café.
Autor Desconhecido

Você diz: "Eu te amo muito..."

Dois irmãozinhos brincavam em frente de casa, jogando bolinhas de gude.
Quando Júlio, o menino mais novo, disse ao irmão Ricardo:
-Meu querido irmão, eu te amo muito e nunca quero me separar de você! Ricardo, sem dar muita importância ao que Júlio disse, pergunta:
- O que deu em você moleque? Que conversa besta é essa de amar? Quer calar a boca e continuar jogando? E os dois continuaram jogando a tarde inteira até anoitecer.
À noite, o senhor Jacó, pai dos garotos, chegou do trabalho.Estava exausto e muito mal humorado, pois não havia conseguido fechar um negócio importante.
Ao entrar, Jacó olhou para Júlio, que sorriu para o pai e disse:
- Olá Papai, eu te amo muito e não quero nunca me separar do senhor!
Jacó, no auge de seu mal humor e stress,disse:
- Júlio, estou exausto e nervoso. Então, por favor, não me venha com besteiras.
Com as palavras ásperas do pai, Júlio ficou magoado e foi chorar no cantinho do quarto.
Dona Joana, mãe dos garotos sentindo a falta do filho foi procura-lo pela casa, até que no encontrou no cantinho do quarto com os olhinhos cheios de lágrimas. Dona Joana, espantada,começou a enxugar as lágrimas do filho. E perguntou:
- O que foi, Júlio? Por que choras?
Júlio olhou para a mãe, com uma expressão triste e lhe disse:
- Mamãe, eu te amo muito e não quero nunca me separar da senhora!
Dona Joana sorriu para o filho e lhe disse:
- Meu amado filho, ficaremos sempre juntos! Júlio sorriu, deu um beijo na mãe e foi deitar-se. No quarto do casal, ambos se preparando para se deitar, Dona Joana pergunta para seu marido Jacó:
- Jacó, o Júlio está muito estranho hoje, não acha? Jacó, muito estressado com o trabalho, disse à esposa:
- Esse moleque só está querendo chamar a atenção... Deita e dorme mulher!
Então, todos se recolheram e todos dormiam sossegados. Às duas horas da manhã, Júlio se levanta e vai ao quarto de seu irmão Ricardo e fica observando-o dormir... Ricardo, incomodado
com a claridade, acorda e grita com Júlio:
- Seu louco, apaga essa luz e me deixa dormir! Júlio, em silêncio,
obedeceu o irmão, apagou a luz e se dirigiu ao quarto dos pais...
Chegando lá, acendeu a luz e ficou observando seu pai e sua mãe dormirem. O senhor Jacó acordou e perguntou ao filho:
- O que aconteceu Júlio? Júlio, em silêncio, só balançou a cabeça em sinal negativo, respondendo ao pai que nada havia acontecido.
Daí o senhor Jacó, irritado, perguntou ao Júlio:
- Então, o que foi, moleque?
Júlio continuou em silêncio. Jacó, já muito irritado, berrou com Júlio:
- Então vai dormir seu doente!
Júlio apagou a luz do quarto, dirigiu-se ao seu quarto e se deitou.
Na manhã seguinte todos se levantaram cedo. O senhor Jacó iria trabalhar, a dona Joana levaria as crianças à escola Ricardo e Júlio...
Mas Júlio não se levantou. Então, o senhor Jacó, que já estava muito irritado com Júlio, entra bufando no quarto do garoto e grita:
- Levanta, seu moleque vagabundo! Júlio nem se mexeu.
Então, Jacó avança sobre o garoto e puxa com força o cobertor do menino com o braço direito levantado, pronto para lhe dar um tapa, quando percebe que Júlio estava com os olhos fechados, e que estava pálido.
Jacó, assustado, colocou a mão sobre o rosto de Júlio e pôde notar que seu filho estava gelado.
Desesperado, Jacó gritou, chamando a esposa e o filho Ricardo, para verem o que havia acontecido com Júlio... Infelizmente o pior.
Júlio estava morto e sem qualquer motivo aparente.
Dona Joana, desesperada, abraçou o filho morto e não conseguia nem respirar de tanto chorar. Ricardo, desconsolado, segurou firme a mão do irmão e só tinha forças para chorar. Jacó, em
desespero, soluçando e com os olhos cheios de lágrimas, percebeu que havia um papelzinho dobrado nas pequenas mãos de Júlio.
Jacó, então, pegou o pequeno pedaço de papel. E havia algo escrito com a letra de Júlio.
- "Outra noite Deus veio falar comigo através de um sonho. Disse a mim que, apesar de amar minha família e de ela me amar, teríamos que nos separar. Eu não queria isso, mas Deus me
explicou que seria necessário. Não sei o que vai acontecer, mas estou com muito medo. Gostaria que ficasse claro apenas uma coisa:
- Ricardo, não se envergonhe de amar seu irmão.
- Mamãe, a senhora é a melhor mãe do mundo.
- Papai, o senhor de tanto trabalhar se esqueceu de viver.
- Eu amo todos vocês!"

Quantas vezes não temos tempo para parar e amar, e receber o amor que nos é ofertado? Talvez quando acordarmos possa ser tarde demais... Mas ainda há tempo!


Muita gente vai entrar e sair da sua vida, mas somente verdadeiros amigos deixarão marcas em seu coração!
Para se segurar, use a cabeça;
Para segurar os outros, use o coração.
Ódio é apenas uma curta mensagem de perigo.
Aquele que perde um amigo, perde muito mais.
Aquele que perde a fé, perde tudo.
Jovem bonito é um acidente da natureza.
Velho bonito é uma obra de arte.
Amigos, eu e você... Você trouxe outro amigo.
E nós iniciamos um grupo... seu círculo de amigos...
E como um círculo, não tem começo nem fim...
Mostre a seus amigos o quanto eles são importantes.

Autor Desconhecido

A Raposa


"Existiu em lenhador que acordava às 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite. Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança. Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho. Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada. Os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem; e portanto, não era confiável. Quando ela sentisse fome comeria a criança.
O lenhador sempre retrucando com os vizinhos falava que isso era uma grande bobagem. A raposa era sua amiga e jamais faria isso.
Os vizinhos insistiam: - "Lenhador abra os olhos! A raposa vai comer seu filho." "Quando sentir fome, comerá seu filho!"
Um dia o lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários, ao chegar em casa viu a raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensanguentada... O lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa...
Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranquilamente e ao lado do berço uma cobra morta... O lenhador enterrou o machado e a raposa juntos.

Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito, siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar...

Mas principalmente nunca tome decisões precipitadas..."
Autor Desconhecido